29.6.06

(y)

Dreaming about hurricanes usually suggests that the dreamer is going through sudden and unpleasant changes in his life. It indicates that there is an emotional storm in the dreamer's life or on the horizon.

28.6.06

"guti, isso não é hora de acordar."

desde criança tinha aquela mania besta de se cobrir com o lençol até a cabeça, acreditando que ali nada de terrível poderia atingí-la. não era muito comum fazê-lo, já que todos diziam que tinha muita bravura ("se não fosse covarde", pensava) e, muito destemida, não dava muita bola para os problemas, que esmaeciam, e, em seu lugar, um sorriso (convenhamos, nada tímido) surgia pelo seu rosto. e foi isso que fez naquela manhã, mesmo sentindo que, daquela vez, precisaria de muito mais lençóis para se proteger do mundo.

26.6.06

primeiro, deixe-me colocar meus pijamas.

eu odeio espinhas na testa. não mais que espinhas na orelha. não mais que espinhas dentro do nariz. não mais do que cebolas ou maracujás. não mais do que ficar sem computador.. não. prefiro ficar sem computador do que comer cebola ou maracujá. sim, é uma relação de ódio antiga. bem antes de computador aparecer na minha casa. antes do fim da guerra fria. antes do garoto propaganda da bombril ser careca (faz tempo hein!). antes da invenção do lego (eu acho). antes de todo mundo do mundo ter aids. aí eu me pergunto, com tantos anos de experiência e tantos pedacinhos transparentes separados em cantos de pratos, ainda vem gente querendo que eu goste de borboleta. cara, borboleta é uma lagarta que voa!

23.6.06

au au au

viva a prova final!

21.6.06

ai caralho.

é, sei lá. era pra eu estar dormindo. e no verão do hemisfério norte eu não quero nem saber. foda-se. minha garganta morreu eu acho. vou ter que quebrar o porquinho pra comprar uma nova. preciso estudar. preciso estudar. preciso estudar. preciso estudar. preciso estudar. preciso estudar. preciso estudar. foda-se, vou dormir.

19.6.06

Situation number one

Foi o principezinho rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela é agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.

4.6.06

hey girl, hey boy, superstar dj,
HERE WE GO!

3.6.06

se essa rua, se essa rua fosse minha
eu mandava eu mandava ladrilhar..

1.6.06

-_-

caralho, acho que nunca mais minha mandíbula e minha cabeça vão parar de doer. isso que dá ficar arrumando briga na rua. hauuhauhaua